Nuevas poblaciones


na Espanha do Iluminismo

As “Nuevas Poblaciones” constituem uma das experiências mais notáveis do urbanismo espanhol. Foram cidades recém-fundadas realizadas em consonância com as políticas empreendidas pelos governantes iluminados.

Esta experiência é reconstruída com base numa ampla documentação gráfica e escrita, inserindo-a no contexto histórico em que ocorreu e relacionando-a com exemplos semelhantes de outros países.

A análise das propostas dos teóricos e dos técnicos (arquitetos, engenheiros militares e agrimensores) revela várias formas de traçar uma cidade ex novo, sem as condicionantes, nem os defeitos das já existentes. No caso das “Nuevas Poblaciones”, a definição da forma urbana surge polarizada entre o tabuleiro de xadrez colonial, avalizado por uma vasta experiência e a crítica ao mesmo sustentada pelo pintoresquismo emergente.

No que diz respeito ao ordenamento global do território, salienta-se que existiu, naquela época, um debate sobre sistemas de urbanização, suscitado pelos primeiros efeitos perniciosos das aglomerações urbanas. Pelo que, a ideologia anti-urbana, o ruralismo fisiocrata e o utopismo social estão presentes nas “Nuevas Poblaciones”.

Um verdadeiro ensaio alternativo de ordenamento territorial, valioso exemplo do equilíbrio campo-cidade, que se apoiava na limitação do tamanho das povoações e num sistema extensivo de cidades, aldeias e casa em parcelas.


Inauguração
  • COA Málaga: 18/02/1999
Itinerâncias
  • COA Málaga: 12/03/1999 - 26/03/1999
  • COA Jaen: 05/04/1999 - 23/04/1999
  • ETSA Granada: 04/05/1999 - 09/06/1999
  • COA Almería: 17/06/1999 - 28/06/1999
 
  • COA Manresa: 03/11/1999 - 16/12/1999
  • COA Segovia: 18/02/2000 - 05/03/2000
  • CT Alicante: 24/03/2000 - 06/04/2000
  • COA Terrassa: 17/04/2000 - 31/05/2000

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